Você sabia?
Você Sabia?



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  • Você sabia que o tabagismo é a maior causa de morte evitável do mundo?
  • Todos os anos, cerca de 6 milhões de pessoas morrem em decorrência do uso do tabaco ao redor do planeta. Fumar provoca diversos malefícios à saúde, como câncer, doenças cardiovasculares e problemas respiratórios. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso da substância é a maior causa de morte evitável no mundo.

    Para incentivar o abandono desta prática, todos os anos, a OMS convida os países a celebrarem, em 31 de maio, o Dia Mundial Sem Tabaco. No destaque, os riscos à saúde associados ao tabagismo e a defesa de políticas públicas eficazes para reduzir o consumo do produto. Para 2017, o tema definido pela OMS é “Tabaco: uma ameaça ao desenvolvimento”. No Brasil, a ação é coordenada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA).

    Mudança de atitude

    A decisão de parar de fumar não é fácil. Em média, o fumante tenta abandonar o hábito de 5 a 9 vezes. Sozinho, as chances de sucesso são de apenas 5% a 9%. Por isso, o tratamento multidisciplinar é tão importante.

    Além do uso de remédios, recomendam-se terapias e, principalmente, um novo estilo de vida, através de atividade física e alimentação saudável.

    Benefícios de parar de fumar*

    Após 20 minutos: a pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal

    Após 2 horas: não há mais nicotina circulando no sangue

    Após 8 horas: o nível de oxigênio no sangue se normaliza

    De 12 a 14 horas após: os pulmões já funcionam melhor

    Após 2 dias: o olfato já percebe melhor os cheios e o paladar já degusta melhor a comida

    Após 3 semanas: a respiração se torna mais fácil e a circulação melhora

    Após 1 ano: o risco de morte por infarto do miocárdio é reduzido à metade

    Após 10 anos: o risco de sofrer infarto será igual ao das pessoas que nunca fumaram

    *Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA)

    Geap, uma parceira contra o tabaco

    Em apoio à campanha, a Geap tem realizado ações de incentivo ao abandono do tabaco, por meio da realização de programas de promoção da saúde e da conscientização dos beneficiários a respeito do tema. Além disso, os beneficiários interessados em abandonar o vício podem contar com o apoio da rede credenciada da operadora, para receber auxílio de profissionais especializados.

    A Geap prioriza a atenção primária e humanizada, levando em conta o contexto social em que o beneficiário está inserido, tanto no ambiente familiar quanto no local de trabalho, promovendo, também, acompanhamento médico e psicológico durante o tratamento.
    Além disso, os beneficiários dos planos Geap Saúde e Geap Família que quiserem parar de fumar, ou que estejam em processo de eliminação das substâncias relacionadas ao tabaco, podem adquirir os medicamentos especiais orais recomendados para o tratamento, além de solicitar reembolso de 50% do valor pago.

    Este benefício foi implantado em julho de 2013 e faz parte da Política de Auxílios Financeiros, que objetiva facilitar a aquisição de medicamentos prescritos para o tratamento oral domiciliar e promover a melhoria da qualidade de vida e bem-estar.

    Programas o ano todo

    Além das atividades diversificadas de estímulo ao autocuidado, os programas elaborados pela Geap incluem procedimentos preventivos, sem cobrança de coparticipação. Eles são promovidos durante o ano todo pelas Gerências Regionais e  estão relacionados à prática de atividades físicas, socialização e mudança de hábitos. Conheça alguns deles e informe-se na sua Regional sobre como participar!

    Maturidade Saudável 

    Oferece atendimento diferenciado aos beneficiários com idade acima de 59 anos, incentivando-os a adotar hábitos de vida mais sadios, desenvolvendo a capacidade funcional, resgatando e preservando a autonomia e a autoestima.       

    Movimente-se com Saúde

    Em parceria com patrocinadoras e conveniadas, são desenvolvidas ações de incentivo à prática de atividades físicas no ambiente de trabalho, com o objetivo de contribuir para uma mudança comportamental, assim como diminuir fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis, como o sedentarismo e a obesidade.

    Saúde Mental

    Beneficiários de todas as faixas etárias podem realizar consultas regulares e sem coparticipação com psicólogo e médico vinculador assistencial (MVA), na especialidade de psiquiatria.

    Ameaça ao desenvolvimento

    O vício no tabaco afeta muito mais do que apenas a vida do fumante. A perda de produtividade e o custo do tratamento dos pacientes com doenças altamente incapacitantes relacionadas ao tabaco geram prejuízos bilionários aos países. O objetivo do tema da campanha deste ano é mostrar que a cadeia de produção de tabaco também gera danos ambientais e sociais.

    De acordo com a OMS, o tabagismo é responsável por 12% das mortes de pessoas acima de 30 anos no mundo todo, afetando a porcentagem da população economicamente ativa e impactando na perda de produtividade.

    No Brasil, os maiores custos do Sistema Único de Saúde são com doenças cardíacas, seguindo por doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), câncer de pulmão e AVC. Outro agravante é a poluição ambiental, pois não é raro ver cigarros jogados pelas ruas. Eles possuem substâncias cancerígenas, pesticidas e nicotina, e seus filtros levam mais de 15 anos para se decompor, contaminando as águas e entupindo bueiros.

    Epidemia global


    Segundo a OMS, a epidemia de tabagismo é a maior ameaça à saúde pública que o mundo já enfrentou. Veja 10 números impressionantes:

    1.         Mata quase 6 milhões de pessoas por ano.

    2.         Destas, mais de 600 mil são fumantes passivos (não fumantes que convivem com fumantes).

    3.         Estão previstas mais de 8 milhões de mortes por ano a partir de 2030.

    4.         Mais de 80% dessas mortes evitáveis atingirão pessoas que vivem em países de baixa e média rendas.

    5.         O tabaco está relacionado a cerca de 14% das mortes entre adultos com mais de 30 anos nas Américas.

    6.         É o único fator de risco comum aos quatro principais grupos de doenças não transmissíveis: cardiovasculares, respiratórias crônicas, câncer e diabetes, que são responsáveis por 80% das mortes nas Américas.

    7.         A fumaça que sai da ponta do cigarro contém três vezes mais nicotina, três vezes mais monóxido de carbono e 50 vezes mais substâncias cancerígenas.

    8.         De acordo com a OMS, metade das crianças do mundo é fumante passiva.

    9.         Em esposa não fumante de marido fumante, o risco de acidente coronário aumenta em 25% e o de câncer do pulmão em 26%.

    10.      Em média, o fumante tenta parar de fumar de 5 a 9 vezes durante a vida, sendo que, se tentar para sozinho, tem de 2% a 5% de chances de sucesso.


    Fonte: GEAP

  • Você sabia que a história da CORRUPÇÃO começou na Antiguidade?
  • A corrupção ativa e passiva não é um “privilégio” da geração atual. É antiga e sem data certa de nascimento ou de naturalidade. O antigo império romano, por exemplo, está recheado de exemplos que nos mostram o quanto tal crime era praticado, de modo que não somente o governo como a própria população se adaptaram a essa realidade - que, por sinal, acompanhou o nascimento, apogeu e declínio do grande império.

    Rogamos a atenção dos leitores para os casos que iremos dispor logo abaixo, os quais só reforçam a ideia de que o amor pelo dinheiro e pela vida fácil acompanha a humanidade há milênios.

    Em outra ocasião falamos que a divisão setorial e hierárquica na administração pública mais ou menos como o concebeu hoje tem origem na antiga Grécia, mais precisamente na Atenas clássica. Roma “modernizou” tal prática e pretendeu manter um serviço público eficiente, suficientemente capaz de atender à demanda social-administrativa do governo.

    Embora alguns imperadores não tenham medido esforços no sentido de combater a corrupção (foi lá, por exemplo, que surgiram os livros contábeis e a obrigação do governo prestar contas de suas receitas e gastos, bem como foi na velha Roma que surgiram os diários oficiais, cuja finalidade - dentre outras - era controlar os gastos e as atitudes tirânicas dos governadores), o que se viu no vasto Império foi o crescente número de casos de corrupção, cujos protagonistas iam do mais baixo ao mais alto escalão.

    Os militares, a quem cabia o dever legal de prender eventuais criminosos, encabeçavam, ao lado da elite imperial, a relação dos grandes protagonistas dessa mazela. Nos campos, por exemplo, eles exigiam que os povoados lhes garantissem certa quantia, de sorte que o montante fosse pago continuamente, como se fosse uma gratificação institucional.

    Eram os mesmos militares que exigiam, ainda, uma espécie de dízimo de tudo o que era produzido no campo. Assim, os trabalhadores eram obrigados a levar para celeiros públicos parte do trigo colhido para o sustento familiar.

    O corporativismo entre os próprios militares era algo notório: para desfrutar de uma “folga”, de um repouso, bastava o subordinado comprar tal direito, ofertando ao seu chefe o que este julgasse suficiente para o caso em questão.

    Atribui-se principalmente à corrupção o fato de haver – em tempos de paz - considerável baixa no quadro de efetivos nos vários regimentos, pois, em vez de estar em serviço no horário de serviço, o soldado “dava” uma escapulida, a fim de praticar atos alheios a sua tarefa militar, dentre as quais namorar e praticar roubos. Isto mesmo: o dinheiro obtido nos roubos era utilizado, em boa parte, para comprar o próprio chefe.

    Tornou-se, assim, um ciclo vicioso, tão vicioso que ao perceber que um soldado estava enriquecendo, seus superiores ordenavam-lhe várias tarefas, pois sabiam que, para se livrar de tais obrigações, o soldado lhes pagaria maior quantia pelo repouso, pelo não cumprimento das exigências então impostas.

    A corrupção era uma prática comum, tão comum que (sem exageros) acabou se tornando um modismo, algo natural, algo esperado por quem adentrasse ou precisasse do serviço público. O funcionário romano – pasmem – estava tão habituado ao referido crime que, para praticar um simples ato institucional, exigia algo de quem estivesse precisando do serviço público. Houve, inclusive, tabelamento de preços dos atos sujeitos à corrupção.

    Ao ingressar no serviço público, o recém-servidor deveria (por costume) dar uma gorjeta ao seu chefe imediato. Era uma espécie de aviso de como a coisa funcionava.

    Os governadores das províncias eram os mais agraciados com o corrompido sistema. Não hesitavam ao oferecerem vultosas propinas aos inspetores imperais, que, por sua vez, também não pensavam duas vezes e acabavam recebendo o fruto da corrupção.

    Um desses governadores (após ser processado por crime de corrupção - uma raridade), em uma carta endereçada à amante, exclama: “Alegria1 Alegria! Venho a ti livre de minhas dívidas, depois de colocar à venda a metade de meus administrados”.

    Sêneca, abordando o tema, diz que pilhar as províncias como governadoras era “o caminho senatorial para o enriquecimento”. Do ponto de vista financeiro, era preferível ser governador ao cargo de senador. O poder central, na maioria das vezes, fazia vistas grossas, desde, é claro, que recebesse a parte que lhe tocava.

    A realidade visível ganhou espaço na literatura, e os poetas eróticos revelavam, em seus escritos, o esperado desejo feminino de contemplar seu marido deixar o lar por determinado tempo para enriquecer em uma província mais distante.

    Cícero, famoso romano por sua erudição, depois de um ano como governador de província, voltou para casa milionária. E não escondeu sua façanha. Ele, que se tornou senador não pelo fato de ascender de família tradicional, mas pela enorme capacidade oratória (o que engrandecia o Senado), representam, na atualidade, aqueles que, tendo um histórico de pobreza em sua vida juvenil, não pensam mais do que uma vez e sacam os cofres públicos, movidos por razões alheias à ética social e constitucional.

    Fonte:  HISTÓRIA E SUAS CURIOSIDADES :http://historiaesuascuriosidades.blogspot.com.br/2011/11/corrupcao-corrupcao-da-para-rir-e-para.html

  • Você sabia que foi encontrada água líquida em Marte?
  • O "Planeta Vermelho", por sua distância do sol, seria muito gelado para conseguir manter água na sua forma líquida sobre a superfície. Por este motivo, a água que corre no solo deste planeta não seria pura, mas sim, salinizada. A presença dos sais explica o motivo pelo qual a água se mantém em estado líquido, mesmo em temperaturas abaixo de 0ºC, já que os sais reduzem seu ponto de fusão.

    No planeta Terra, a vida só surgiu por causa da existência de água.

    A descoberta abre uma porta ainda maior para a possibilidade de existir vida no planeta. E a forma  como a água existe hoje em Marte, serve de exemplo também para a consequência de mudanças climáticas.

    Talvez seja esse um problema que podemos enfrentar na terra depois de alguns anos, afinal,  há bilhões de anos atrás existiu água potável, oxigênio no "Planeta Vermelho” e por mudanças climáticas catastróficas esse lado “azul” do planeta se congelou.

    Ainda que a quantidade de água não seja muito para animar nossos pensamentos de vida em Marte, os habitantes dali podem ser microscópicos, como bactérias.

    Bilhões de anos atrás, o "Planeta Vermelho", era azul assim como a terra,  tinha rios, lagos, um enorme oceano, oxigênio e uma atmosfera protetora como a da Terra.

    Os cientistas não sabem porque tudo isso desapareceu e o planeta virou um deserto gelado. Mas a existência da água em estado líquido pode ajudar a entender o que aconteceu com o clima por lá.

    Fonte:
    Comunicação ASDNER

  • Você sabia que, para a ciência, existe um segredo para a felicidade?
  • O segredo da felicidade é uma preocupação cada vez mais importante na era moderna, já que o aumento da estabilidade financeira proporciona a muitos a oportunidade de se concentrar no crescimento pessoal. Uma vez que já não somos mais caçadores preocupados em encontrar a próxima presa, procuramos viver nossas vidas da melhor maneira possível.


    A busca da felicidade é uma epidemia mundial — em um estudo com mais de 10 mil participantes de 48 países, os psicólogos Ed Diener, da Universidade de Illinois, e Shigehiro Oishi, da Universidade de Virginia, descobriram que pessoas de todos os cantos do mundo consideram a felicidade mais importante do que outras realizações pessoais altamente desejáveis, tais como ter um objetivo na vida, ser rico ou ir para o céu. A febre da felicidade é estimulada em parte pelo crescente número de pesquisas que sugerem que, além de ser boa, a felicidade também faz bem — ela está ligada a muitos benefícios, desde maiores salários e um melhor sistema imunológico até estímulo à criatividade.


    A maioria das pessoas entende que a felicidade verdadeira é mais do que um emaranhado de sentimentos intensos e positivos — ela é melhor descrita como uma sensação plena de “paz” e “contentamento”. Não importa como seja definida, a felicidade é parcialmente emocional — e por isso está ligada à máxima de que cada indivíduo tem um ponto de regulação, como um termostato, definido pela bagagem genética e a personalidade de cada um.


    Não importa qual seja o seu ponto de regulação emocional, seus hábitos diários e suas escolhas — da maneira como você lida com uma amizade até como reflete sobre decisões em sua vida — podem influenciar o seu bem-estar. Os hábitos de pessoas felizes foram documentados em estudos recentes e fornecem uma espécie de manual a ser seguido. Aparentemente (e paradoxalmente, é preciso dizer), atividades que causam incerteza, desconforto, e mesmo uma pitada de culpa estão associadas às experiências mais memoráveis e divertidas das vidas das pessoas. As pessoas mais felizes, ao que parece, têm vários hábitos não intuitivos que poderiam ser considerados como infelizes. Ou seja, nem tudo aquilo que os livros de autoajuda defendem que pode te fazer feliz tem parcela significativa na sua felicidade. A felicidade pode vir de onde menos se esperava. Duvida? Que bom, isso significa que você tem grandes chances de ser feliz. Confira a seguir como.


    É sexta-feira à noite e você tem planos de jantar com os amigos. Se você quiser ter certeza de que vai chegar em casa satisfeito, você pede uma pizza ou um hambúrguer. Se, em vez disso, você escolher um tipo de comida que nunca experimentou (culinária etíope — claro, por que não?) você corre o risco de não gostar muito daquela injera com wat (tipo de massa fina de pão coberta com carne condimentada) —, mas pode ser que se surpreenda com um sabor delicioso.


    Pessoas verdadeiramente felizes aparentam saber intuitivamente que a felicidade duradoura não se trata apenas de fazer aquilo de que gostamos. Ela também exige crescimento pessoal e se aventurar além dos limites da sua zona de conforto. Em um estudo de 2007, os psicólogos do estado do Colorado Todd Kashdan e Michael Steger monitoraram as atividades diárias de estudantes e como eles se sentiam durante 21 dias; aqueles que sentiam curiosidade em determinado dia também se diziam mais satisfeitos com a vida — e se envolviam em um número maior de atividades que levavam à felicidade, tais como expressar sua gratidão aos colegas ou praticar atividades voluntárias.


    A curiosidade — aquele estado pulsante e ávido do não saber — é fundamentalmente um estado de ansiedade. Quando, por exemplo, o psicólogo Paul Silvia mostrou aos participantes de uma pesquisa uma série de pinturas, as imagens tranquilas de Claude Monet e Claude Lorrain evocaram sentimentos felizes, enquanto as obras misteriosas e inquietantes de Egon Schiele e Francisco Goya causaram curiosidade.


    Ao que parece, a curiosidade consiste basicamente em explorar. Pessoas curiosas em geral entendem que, apesar de não ser fácil se sentir desconfortável e vulnerável, este é o caminho para se tornar mais forte e sábio. Na verdade, um olhar aprofundado no estudo de Kashdan e Steger sugere que pessoas curiosas investem em atividades que lhe causam desconforto, pois estas atuam como um trampolim para estados psicológicos mais elevados.


    É claro que existem diversas circunstâncias na vida em que a melhor maneira de aumentar seu grau de satisfação é simplesmente fazer o que te faz bem, como tocar sua música favorita numa jukebox ou fazer planos para visitar seu melhor amigo. Mas, de vez em quando, vale a pena buscar uma nova experiência, mais complicada, incerta e até mesmo desgastante — seja finalmente fazer aquela aula de caratê pela primeira vez ou ceder a sua casa para a exibição do filme de arte de um colega. As pessoas mais felizes optam pelas duas vias e assim se beneficiam de ambas.

    Comunicação-ASDNER
    Fonte: GALILEU-online -2003

  • Você sabia que os idosos estão entre os mais endividados do país?
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    Foi-se o tempo que a população com mais de 65 anos de idade tinha poucas dívidas e praticamente não corria riscos financeiros. Com o número crescente de ofertas de linhas de crédito, especialmente para camadas de menor renda, a inadimplência dos consumidores da terceira idade está crescendo num ritmo acelerado.

    Segundo o SPC Brasil o aumento da inadimplência nas faixas etárias a partir de 50 e com mais de 65 anos tem um motivo, segundo o gerente financeiro do SPC Brasil, os idosos estão contratando empréstimo consignado com maior facilidade e nem todos sabem lidar com o crédito. Isso de certa forma aumenta o comprometimento da renda e faz crescer o número de inadimplentes.  É possível afirmar que a grande maioria dos idosos adquirem empréstimos na tentativa de ajudar os familiares e acabam se afundando em dividas por conta da falta de planejamento de ambos, seja familiares e do próprio idoso.

    De acordo com economistas brasileiros hoje a única forma de controlar os gastos é com o auxilio daquele “caderninho” de despesas, só assim vai ser possível ter um controle dos gastos mensais.  Através de diversos estudos já se foi comprovado que não importa a idade de quem utiliza desse meio,  a economia e controle dos gastos é observado logo no primeiro mês se tudo for anotado da forma correta e seguido passo a passo.

    Dicas para se livrar das dívidas:

    1) FUJA DAS ARMADILHAS ou daquilo que costumamos chamar de “compras”. Se for ao shopping não leve cartão de crédito. Evite o impulso;

    2) TENTE RACIONALIZAR:  Estou mesmo precisando disso? Organize um programa de compras com base nisso;

    3) RENEGOCIE AS DIVIDAS: Tome a iniciativa de ir ao lugar que está devendo e negocie com o que com o que de fato você pode cumprir;

    4) PESQUISE e procure outras instituições com juros mais baixos – você pode trocar uma dívida mais cara por outra mais barata;

    5) ADMINISTRE SUA DIVIDA ou seja, eleja o que é prioridade – o que é mais fácil e mais importante de resolver nesse momento?

    6) SE FOR INEVITÁVEL use o dinheiro das férias e do 13º para resolver o problema E, o sobrar, lembre-se que esse troco é sua reserva.

    Fonte: Portal SPC Brasil
    ASDNER Comunicação

 

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